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Criamos ferramentas indispensáveis para as moedas da era digital.

Comercial 30/8/2018
A indústria do futebol ou, como os americanos preferem dizer, a indústria do “footballl”, vem lentamente adotando criptomoedas. Embaixadores da marca, comerciais da blockchain durante o intervalo, patrocínio de camisas e propagandas de embarque comercial criptografado são algumas das tendências que estamos vendo na indústria mundial do futebol.

Neste artigo, vou elaborar sobre a indústria e as tendências que estamos vendo atualmente. Espero que a adoção da criptomoeda na indústria do futebol continue a crescer, pois ainda há muitos projetos que levantaram uma enorme quantidade de fundos, dos quais uma grande parte será direcionada para o marketing.

 

Lionel Messi, por alguns considerado, um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, tornou-se um embaixador da marca para o Sirin Labs. O Sirin Labs, fabricante de dispositivos de hardware baseado em blockchain, levantou US $ 157.000.000 para desenvolver e comercializar vários dispositivos inteligentes altamente seguros, como seu smartphone blockchain, com uma carteira fria embutida, chamada FINNEY ™ uma referência ao suposto criador do Bitcoin, Hal Finney.

 

O belga, Eden Hazard e o argentino Sergio Aguero uniram forças para promover a plataforma de tokenização, que visa construir um blockchain focado no lançamento de aplicativos digitais relacionados a esportes.O ex-jogador do Chelsea, Didier Drogba, tornou-se um embaixador da marca para a plataforma All Sports Chains, que se concentra em operações baseadas na tokenização do esporte.O mercado de predição de resultados também está aquecido e já conta com garotos propagandas também do futebol, como Luiz Suarez, da seleção uruguaia. 
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Comerciais e patrocíniosA Hdac, uma subsidiária da Hyundai baseada na Internet das Coisas (IoT), lançou um ICO no ano passado para levantar capital para sua inovadora plataforma blockchain. Durante a Copa do Mundo da FIFA na Rússia, eles mostraram seu comercial durante o intervalo:Plataforma de investimento online eToro, que tem uma base de usuários de 9 milhões de usuários em todo o mundo, assinou um contrato com a Liga Inglesa para diversas atividades patrocinadas. Além de investimentos regulares, o eToro também oferece o comércio de cryptomoedas.

 
A plataforma de câmbio de ativos digitais COSS também tem anunciado na Liga Italiana de Futebol da Série A.



O projeto Libereum que quer se concentrar no crescimento de uma grande rede na indústria do esporte e quer comprar o holandês JodaFC, como parte sua estratégia de se criar uma liga no qual a adoção de tecnologias baseadas em blockchain e tokens serão a base dos negócios.

 

Wolverhampton Wanderers FC associou-se a CoinDeal, uma exchange polonesa. A partir desta temporada, a CoinDeal será seu patrocinador de camisetas.Além de ‘The Wolves’, o Arsenal também tem um patrocinador ligado à cryptomoedas que é o site de apostas CashBet.

Cashbet Coin shirt held up by first team players 
Uma equipe do Gibraltar Premier Division, o Gibraltar United será o primeiro clube de futebol que pagará os seus jogadores com tokens, a partir da próxima temporada. Os tokens são do projeto Quantocoin.



O token Quantocoin que o Gibraltar United usará para pagar jogadores foi construído no blockchain Waves. O projeto ainda não terminou sua fase de ICO. Foi lançado no mês de julho e durará até o final de abril de 2019.O NewsBTC relatou na equipe da NBA o Sacramento Kings se tornando o primeiro clube esportivo profissional a minerar cryptomoedas. A equipe criou um data center dentro de sua arena de última geração dedicada a arrecadar dinheiro através da mineração de ethereum para ajudar causas de caridade locais.

 
Major League Baseball juntamente com a Lucid Sight lançaram um jogo comercial colecionável na rede Ethereum, o MBL Crypto Baseball. Os Dodgers de Los Angeles, também embarcaram no projeto, lançando um token próprio além do jogo.



Jogadores de futebol com seu próprio token?A plataforma SelfSell, que tem como objetivo tokenizar as pessoas, permitiu que James Rodriguezlançasse seu próprio token, o JR10. A Selfsell também lançará a SelfDax, uma exchange descentralizada que permite que tokens personalizados da SelfSell sejam negociados na plataforma. O JR10 será um dos tokens que podem ser negociados na bolsa. O objetivo do token JR10 e seu principal benefício para os detentores e ainda não foram tornados públicos.

O ex-jogador da seleção inglesa, Michael Owen, também está lançando seu próprio token, convenientemente chamado de OWN. Está cotado em US$ 10, – por token. Michael Owen investiu pesado em projetos de cryptomoeda, como o Global Crypto Offering Exchange (GCOX) baseado em Cingapura.ICOsA London Football Exchange (LFE) executou um ICO na qual supostamente arrecadou mais de 70.000.000 dólares no início deste ano para lançar a primeira Bolsa de Valores do Mundo de Futebol do mundo.

Eles planejaram levantar US$ 350.000.000, já que era o hardcap do projeto.Dois clubes de futebol do Reino Unido, Newcastle United e Cardiff City estão pesquisando a possibilidade de lançar um ICO também. Ambos os clubes não estão na melhor posição financeira, então pediram à BTCBOX, plataforma de investimento esportivo e financiamento, que estudasse a opção de lançar um ICO para os clubes. Os tokens serão classficados como Security Tokens(STO), o que significa que os investidores obteriam valor real na forma de ações da empresa, dividendos ou poder de decisão.

A BTCBOX também está envolvida com o ICO do Avai Futebol Clube para arrecadar 20 milhões de dólares na venda do seu token, o AVAI. Ronaldinho Gaúcho também lançou seu próprio token e faz parte do board do BTCBOX.De acordo com o anúncio de lançamento, a Ronaldinho Soccer Coin será utilizada para projetos ligados ao futebol. Veja o vídeo de lançamento: Inicialmente, a moeda lançado pelo Ronaldinho Gaúcho também patrocinará “estádios virtuais”, que realizarão disputas de e-sports. Além disso, a iniciativa afirma que estabelecerá parcerias para utilizar tecnologias como inteligência artificial e realidade virtual.

Em julho, o Atlético Paranaense estabeleceu uma parceria com a empresa Inoovi para trabalhar com cryptomoeda própria, a IVI. De acordo com a ESPN, ainda não está certo como o Atlético-PR fará uso da IVI, mas o clube divulgou que “planeja realizar contratações e pagar salários com moeda virtual”.

A socios.com está iniciando uma Oferta de Token de Fã (FTO) para o Paris Saint Germain, no qual eles arrecadam dinheiro em troca de tokens de utilidade.

FuturoCom uma base de fãs de cerca de 3,5 bilhões de pessoas em todo o mundo, a indústria do futebol pode ser um grande fator para acelerar a adoção das cryptomoedas e serviços e produtos financeiros relacionados. Fortalecendo assim a Cryptoeconomia. 



O futebol é o esporte mais popular do mundo, então, naturalmente, isso abre grandes oportunidades de tokenização e uso da tecnologia blockchain. Já começamos a ver vários clubes em parceria com empresas de blockchain, como a recente parceria entre Cashbet Coin e Arsenal ou o acordo do Leicester City com a FansUnite e o acordo da eToro com 7 clubes da Premier League: Tottenham HotspurNewcastle UnitedLeicester CityCrystal PalaceSouthamptonCardiff City e Brighton & Hove Albion. Assim como os clubes que fazem parcerias importantes, também começaremos a vê-los explorando os muitos outros benefícios de uma indústria de US$ 40 bilhões.

Futebol, blockchain e cryptomoedas são uma mistura interessante que só continuará crescendo nos próximos anos. Desde a corporatização e comercialização do futebol nos últimos 30 anos, os ganhos financeiros do jogo foram enormes. Só faz sentido que isso forje alianças avançando para um novo cenário econômico, onde a interatividade entre os torcedores e seus clubes só aumente e os valores envolvidos no negócio mundial de futebol triplique, com a tokenização de jogadores, por exemplo. Imagine você poder comprar cotas(tokens)do passe do Neymar.

A consideração de um Token de “Futebol” emitido por cada clube em uma liga ou a própria associação fornecerá muitos benefícios adicionais para ambos os clubes e torcedores, trazendo-os juntos com um interesse comum nos negócios envolvendo o esporte. A tokenização fornecerá aos clubes um novo modelo de financiamento, que envolve design de token e serviços de emissão.

Branding e envolvimento entre torcedores/clube/jogador
Todos os clubes de alto nível agora têm bases de fãs espalhadas por todo o mundo, mas eles lutam para se conectar adequadamente e aproveitar os fluxos de receita potenciais de todos os seus fãs. Por exemplo, o Real Madrid tem uma base de fãs global de aproximadamente 450 milhões de torcedores, mas apenas cerca de 1% deles visitarão o estádio Santiago Bernabéu para assistir a sua equipe ao vivo. E os outros 445.5M? Esta é uma enorme receita inexplorada que excede em muito qualquer fluxo de receita atual, como direitos de TV, etc.

A atual infra-estrutura de mídia e promoção dos clubes é basicamente de terceiros. Que muitos clubes usam hoje como canais de venda de ingressos e mercadorias, pulverizando assim a capacidade de branding(fortalecimento da marca) dos clubes. Enquanto a natureza descentralizada de um Token proporcionaria o surgimento de um ecossistema financeiro revolucionário que permitiria que os clubes passassem a ter controle sobre toda economia em volta a sua marca. Aumentando por tabela a relação com seus fãs.

A tokenização naturalmente aumenta a visibilidade da marca e a lealdade. Vamos ver como a tokenização dos ativos esportivos poderia ser usado para alinhar os incentivos de clubes, torcedores e jogadores, revolucionando a indústria do futebol.

1. Ingressos
Assistir seu time jogar, semana após semana, em casa e fora, pode ser uma experiência cara. Muitos clubes ainda usam tecnologia de bilheteria antiquada, pagando taxas que variam de 5% a 8% em comissão, com base no valor nominal dos ingressos vendidos. A tokenização pode reduzir os custos, fraudes e riscos de processamento de pagamentos de terceiros. Essa economia voltará diretamente ao ecossistema para fãs, empresas e outros programas.

Os clubes podem oferecer ingressos mais baratos e acompanhar o comportamento dos torcedores, oferecendo promoções relevantes, com cada torcedor portando sua própria carteira digital, que possuirá tokens usados ??para comprar ingressos para a temporada por exemplo. A verificação de ingressos em um blockchain permitirá que os torcedores comprem ingressos genuínos, mesmo que seja de terceiros, erradicando ingressos forjados vendidos por cambistas, ao mesmo tempo em que reduziria as taxas de processamento dos clubes a zero.

2. Mercadoria
Comprar a última camiseta ou outra mercadoria pode ser extremamente caro, com camisas de clubes custando de R$100 a R$250 por temporada. As taxas de transação dos comerciantes podem variar de 2% a 4% e cópias falsas e baratas inundam, fazendo os clubes perderem milhões de dólares globalmente. Fechar esse circuito de fidelidade, vendas e produtos entre os clubes e os torcedores é essencial para se manter o negócio rentável.A compra de mercadorias usando um token permite que os fãs comprem produtos originais com facilidade, acessem serviços exclusivos e outros pacotes e os comprem com um token – de qualquer lugar do mundo. Mais uma vez, os clubes podem rastrear globalmente por meio de um blockchain quem comprou a mercadoria, enquanto reduz as taxas de processamento e os riscos a zero.

3. Concessões
A criação de um sistema de recompensas adicional para o Token pode aumentar as receitas e reduzir os custos gerais para os fãs, enquanto o clube pode usar promoções direcionadas para fornecedores específicos, proporcionando melhor valor a seus parceiros.

4. Apostas
A aposta esportiva está bem estabelecida no Reino Unido e na Europa, no entanto, só foi legalizada nos Estados Unidos em maio deste ano, no Brasil, não há um mercado regulado. Mas há potencial gigantesco. A utilização de uma plataforma blockchain de apostas proporcionaria um serviço mais econômico para os fãs, permitindo que os clubes negociem com esses provedores de apostas uma parte dos lucros e do uso de seu Token na plataforma. Os apostadores anteriormente inexplorados nos EUA agora poderão fazer apostas em suas equipes favoritas, trazendo bilhões de dólares de receita adicional para o ecossistema. Se o mesmo caminho for seguido aqui no Brasil, veremos uma explosão de negócios surgirem em volta das apostas relacionadas aos jogos. E mesmo que haja preocupação com atividades ilegais se apropriando desse mercado, a adoção de tecnologias relacionadas ao blockchain e aos tokens iliminaria essa abordagem ilegal por design. Basta somente haver um bom projeto a ser apresentado aos orgãos reguladores e ao congresso. 

5. Transferências de Jogadores
O clube amador turco Harunustaspor pagou 0,0524 em Bitcoin, aproximadamente R$1215,32, como parte do acordo para contratar Omar Faruk Kirogl, de 22 anos, em janeiro, enquanto a equipe da Rimini FC série c do futebol italiano, tornou-se o primeiro clube a ser comprado por cryptomoeda da plataforma Quantocoin. Já falamos sobre eles no nosso primeiro artigo, leia mais aqui.Atualmente, os clubes pagam um mínimo de 2% a 3% em taxas quando transferem dinheiro através de remessas internacionais para transferências de jogadores. No Reino Unido, o Brexit irá influenciar fortemente o poder de compra dos clubes, certamente tornando as operações de remessas ainda mais caras nos pares libra/euro. A tecnologia Blockchain e tokenização tem o potencial de tornar esse processo mais eficiente.

6. Streaming
Para muitos torcedores, é impossível assistir a sua equipe ao vivo em um estádio devido aos custos crescentes, localização e disponibilidade. Isso deixa muitos com pouca escolha a não ser pagar por pacotes de tv a cabo ou um de pagamento por jogos via premiere. A maioria dos clubes opera seus próprios canais de TV, mas eles não são monetizados em seu potencial máximo. A tokenização permite uma melhor interação, conteúdo premium e recompensas vinculadas a bilhetes e mercadorias. Os fãs agora querem consumir o conteúdo de uma maneira diferente, com os destaques das partidas e as entrevistas dos jogadores. A capacidade de se conectar em qualquer lugar “on the go” e assistir a sua equipe é atraente para muitos fãs. 

7. Engajamento
Um Token permite que uma comunidade de torcedores aproveite a oportunidade de participar de várias experiências de clubes e torcedores, desde ingressos de jogos, passeios e encontros com jogadores (experiências VIP) até mercadorias específicas e ofertas de parceiros. O objetivo é criar a “melhor comunidade esportiva” para os fãs. Converter os fãs existentes e atrair novos enquanto monetiza a tecnologia ou o serviço resultante dele é fundamental.Uma experiência do futebol não se resume mais apenas aos jogos em si, engloba muito mais.

Manter e aumentar a base de fãs significa que os clubes agora precisam oferecer aos fãs que não estão no estádio uma experiência semelhante àqueles que estão. Atualmente, eles estão perdendo muitas oportunidades devido à falta de implementação e inovação tecnológica, criando uma grande desconexão. Apostas, jogos, promoções e doações são apenas algumas maneiras de utilizar um token para envolver uma base de fãs maior e mais ampla.Além disso, os estádios dos clubes irão emergir como “Locais Inteligentes”, facilitando o aumento das receitas nos locais participantes e também na comunidade empresarial circundante. Como é o caso do projeto que o Cruzeiro pretende implementar: 

8. Propriedade do Clube (Patrimônio)
Os milhões de adeptos do futebol são jovens, interessados ??em investir nas suas equipes e jogadores favoritos. A tokenização pode dar a eles a oportunidade de participar de pacotes de financiamento dos clubes e serem recompensados ??diretamente ou assumir a propriedade do capital a um custo menor.Em termos de propriedade de clube (patrimônio), a tokenização permite que clubes de todos os portes levantem capital por meio de vendas de ações e também ofereçam aos contribuintes uma variedade de experiências e interação social. Para o clube, proporciona redução de custos, economia em escala e maior segurança para programas de capital e para um clube menor a oportunidade de aumentar significativamente sua base de fãs e competir financeiramente no mercado. Como está sendo o caso do ICO do Avaí FC.Os clubes podem se beneficiar da associação de marcas e do fato de que a exposição global incentiva os torcedores de mais longe a construir um portfólio de clubes da mesma maneira que compramos atualmente ações. A tokenização permite que uma injeção de capital fresco “mais barato” crie um valor agregado para impulsionar o financiamento de clubes, ajudando a melhorar o engajamento dos fãs e promovendo o bem social, o desenvolvimento da juventude e a igualdade de gênero. A propriedade global de tokens de diferentes clubes permitirá que qualquer fã possa comprar, negociar ou vender seus tokens em um mercado global.

9. Patrocínio
O patrocínio sempre foi um grande fluxo de receita para os clubes. Isso pode incluir desde camisas, outdoors, instalações de treinamento até o próprio estádio. A tokenização permitirá que os clubes negociem acordos de patrocínio melhores e mais lucrativos no futuro.

10. Tokenização do passe
O passe de um jogador é uma das fontes de receitas mais potentes que um clube tem em mãos. Há muito tempo que um jogador deixou de ser um bilhete premiado e que talvez um dia valesse algum dinheiro para o clube. Atualmente, o métodos de escolha, treinamento e preparo de um jogador tomaram ares industriais. Até essa fase, o jogador só gera despesa para o clube, contudo, no momento que um jogador for identificado como promissor, seu valor potencial pode ser tokenizado.